Blog do Viajante

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Dicas para você iniciar sua viagem pelo mundo com o Google Maps – #mbv2009 1

Apr24

Depois de ter aprendido os principais recursos do Google Maps, está na hora de começar a sua a aventura pelo mundo e descobrir novos lugares, conhecer aquele lugar que você sempre teve curiosidade, ver fotos e vídeos de outros viajantes e moradores.

Abaixo, em mais um post para o Movimento Blog Voluntário, apresento alguns lugares bacanas no mundo para já iniciar sua aventura. Explore! Mova o mapa, veja as fotos, os vídeos, se tiver recurso “Visão de rua”, ande pelas ruas, conheça as esquinas. Estes são apenas alguns, você tem o mundo todo para descobrir, utilize a busca do Google Maps.

E qual lugar você mais curtiu conhecer através do Google Maps? Deixa no comentário, estou aguardando!

Bon voyage!

 

COLISEU DE ROMA, ITÁLIA

 

Coliseu de Roma, na Itália

Coliseu de Roma, na Itália

 

 

 

LETREIRO DE HOLLYWOOD, ESTADOS UNIDOS

 

O letreiro de Hollywood visto pelos satélites

O letreiro de Hollywood visto pelos satélites


 

HONOLULU, HAWAII


As lindas praias de Honolulum no Hawaii vistas pelo satélite

As lindas praias de Honolulum no Hawaii vistas pelo satélite

 

 

 

QUEDAS DO NIAGARA, ESTADOS UNIDOS

 

Quedas do Niagara

Quedas do Niagara

 

 

A IMPONENTE MESQUITA ISLÂMICA EM CASABLANCA, MARROCOS

 

A segunda maior mesquina do mundo e a maior que permite visitação de não muçulmanos

A segunda maior mesquina do mundo e a maior que permite visitação de não muçulmanos

 

 

ESTÁDIO DE FUTEBOL EM RIYADH, ARÁBIA SAUDITA

 

O estádio de futebol todo bonitão de Riyadh, na Arábia Saudita

O estádio de futebol todo bonitão de Riyadh, na Arábia Saudita

 

 

 

 

Não esqueça do comentário, viu? Me indica lugares bacanas também! Ainda tenho muito para conhecer. ;)

Este post faz parte do Movimento Blog Voluntário, que destina a produção colaborativa de textos para pessoas com pouco conhecimento tecnológico, através de uma linguagem mais diferenciada, compartilhando conhecimento e ajudando a melhorar a utilização de todas as ferramentas disponíveis. Para conhecer mais sobre o projeto e ler outros textos bacanas feitos pelo blogueiros do Brasil, visite: http://www.blogvoluntario.org.br/

Como os jovens se relacionam na Arábia Saudita! 6

Apr15

Apesar de todas as barreiras religiosas do contato de um homem com uma mulher que não seja de sua própria família (mais aqui), os jovens sempre dão um jeito. Não importa a religião, não importa a família. Homens e mulheres são todos iguais em qualquer lugar do planeta, eles precisam de contato, precisam se relacionar, precisam se sentir desejados, precisam amaciar o ego. Sempre, não importa o lugar do mundo. Em todas estas minhas andanças pelo mundo afora, isto sempre foi idêntico: a paquera rola solta!

Shopping centers são os locais preferidos para a paquera. Foto: Internet

Shopping centers são os locais preferidos para a paquera. Foto: Internet

LOCAL DO CRIME

Shopping Centers, claro! Onde mais? São diversos os shoppings como o Al Faisaliah Center e o Kingdom Centre, os dois principais de Riyadh.

COMO ACONTECE

Vivemos em um mundo moderno, cheio de celulares, todo mundo com seu modelo mais novo e ultra moderno. Como tudo, celulares são super baratos na Arábia Saudita pela ausência completa de impostos.

Mas como acontece? Durante a noite, onde os jovens estão nos shoppings com seus amigos, ficam olhando de longe as meninas passando. Quando alguma se interessa e fica olhando, bem do nosso jeito mesmo, encarando nos olhos, a menina deixa a bolsa aberta e fica andando como se estivesse olhando a vitrine. O menino vai atrás, e joga um papel com o número de seu celular dentro da bolsa dela, com o maior cuidado, para não ser visto pela mutawa’a, senão ele está perdido!

A menina segue andando, depois pega o papel e os dois começam a conversar freneticamente via SMS. Trocam fotos, muitas mensagens sedutoras, e até mesmo ligações, mas sempre muito bem escondido.

Amigos sauditas ficam sentados nos cafés olhando as meninas passando e buscando contato

Amigos sauditas ficam sentados nos cafés olhando as meninas passando e buscando contato

Normalmente nem os rapazes  nem as garotas contam para seus respectivos amigos. Deve-se manter segredo, até mesmo dos amigos, afinal, eles depois podem ser testemunhas que os dois tiveram algo, e os dois serem condenados com até pena de morte. Mas porque testemunhas? Porque nestes crimes (segundo a lei deles), precisa-se de pelo menos três testemunhas que tenham visto os dois juntos, ou saibam. Simplesmente denunciar não vai levar a nada, eles nem vão lá olhar.

SEXO

Sim, rola sexo. Mas como o hímem da mulher é a prova de que ela é virgem, quando ela se casar, ela vai ter que estar com o hímem intacto, senão é separação na certa e condenação por adultério, com muitas chibatadas e simplesmente largada pela família por conta da desonra gravíssima cometida por ela. Então o sexo é feito pelo… deixo para vocês pensarem.

Normalmente os rapazes possuem casas alugadas somente para manter estes encontros secretos. Os rapazes se juntam e todos dividem o aluguel. Variam de 5 a 10 rapazes, no geral.

AMORES E PAIXÕES

Tive muitos relatos de sauditas que estavam realmente gostando ou amando das garotas com quem estavam tendo um caso, mas jamais poderia casar com elas. Afinal, como iriam explicar para suas famílias como conheceram a garota? Muitos tristes por terem que se separar em algum dia de suas amadas, mas respeitam sua religião e principalmente suas leis, pela temência que possuem, tanto por Alah, quanto pelas penas intensas que são aplicadas nestes casos. Desonra pela parte masculina é punida com pena de morte, com a decaptação.
O QUE EU PENSO

Mulheres sauditas andando pelo shopping

Mulheres sauditas andando pelo shopping

Apesar de as leis hoje serem mais flexíveis para o casamento entre sauditas, a tradição da escolha pela família ainda é mantida, mas deixando ainda a liberdade para ambos escolherem se querem ou não casarem um com outro após poderem se conhecer durante um breve bate-papo em local público.

Mesmo assim, apesar de respeitar e entender muito a religão e seus dogmas, acredito que o amor deva ser livre e cada um possa determinar por quem quer desenvolver uma relação estável e de amor durante anos, não imposto por ninguém, principalmente pela sua família. A situação para muitos é de pura amargura com relação a impotência de poderem expor seus sentimentos e seus pensamentos. Não há discussão ou mudança com relação a isso. Somente se saírem em definitivo de seus país, o que muitos não fazem por temor a possíveis represálias no futuro quando tentarem retornar.

Mas venho sempre a pensar se não é possível desenvolver um amor após o casamento, mesmo sem ter conhecido antes. Será que é necessária somente a paixão para se casar e depois pensar no amor? Ou o amor pode vir antes de se construir algo junto? Difícil.

E você, o que pensa disso tudo? Deveria ser mais liberado ou esse clima de perigo torna tudo mais gostoso?
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A censura nos produtos ocidentais na Arábia Saudita 5

Mar25

Uma das coisas que eu achava mais engraçada enquanto fazia compras no Carrefour do Le Mall em Riyadh, na Arábia Saudita, eram os produtos com suas embalagens pintadas de preto ou recortadas. Explico: no ocidente, temos muito apelo da mulher como propaganda e ombros, barriga, pernas, tudo de fora.

Pois bem, os produtos que chegam nos portos na importação passam por uma triagem intensa, com centenas ou milhares de paquistaneses, indianos, e outros países mais pobres da Ásia e África, mas que sejam muçulmanos também, avaliam, abrem e alteram todas as embalagens e encartes.

É normal ver mulheres pintadas como se estivessem de Abayahs, caixas cortadas, borrões pretos cobrindo tudo. Por vezes, eu me pegava rindo dentro do mercado tamanha a situação inusitada. Era realmente inusitado. Mas sempre me confrontava com a realidade que eu tinha que viver, do extremo apego às tradições religiosas e devoção quase que cega.

Vou deixar fotos para vocês verem:

Mantendo a forma com cereais. hummmm

Mantendo a forma com cereais. hummmm

Na praia? Só de Abaya!

Na praia? Só de Abaya!

Depois do break, mais fotos. Só clicar em Leia mais.

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Tempestades de areia na Arábia Saudita 2

Mar21

Sim, eu sei, este aconteceu no dia 10 de março, estou meio atrasado. Mas eu queria falar sobre como, por mais que pareça assustador, uma tempestade de areia é legal! É simplesmente um espetáculo da natureza.

De início é uma sensação muito esquisita, pois você é acertado por vários microgrãos de areia, e não importa com qual roupa você esteja, elas vão passar e te deixar todo sujo. Mesmo estando de jeans. Na primeira vez que peguei uma tempestade dessa na Arábia Saudita eu estava justamente no mesmo lugar que a foto abaixo, de frente para o Kingdom Centre. Foi simplesmente delirante ver a areia fazendo um redemoínho em volta da torra do shopping. Foi incrível! Uma das cenas mais bonitas da natureza que tive o privilégio de ver.

A maioria delas aparece naturalmente, com o aquecimento da superfície dos desertos. Ao amanhecer, os raios solares esquentam o solo, fazendo com que a temperatura do chão pule de 30 ºC às 8 da manhã para 80 ºC ao meio-dia. Esse enorme aquecimento rompe a camada fria que existe nas primeiras horas do dia próximo ao solo e origina ventos de até 100 km/h. A quantidade de sedimentos que esses sopros podem transportar é impressionante. Somente no deserto do Saara, na África, estima-se que os ventos do deserto carreguem anualmente 260 milhões de toneladas de areia para outras regiões. Desse total, cerca de 35 milhões de toneladas vão parar no oceano Atlântico.

Essa tempestade que ocorreu na Arábia Saudita, deixou 35 pessoas feridas em acidentes de trânsito. Uma recomendação que li lá (e você vai ver abaixo) é que quando ocorrem estas tempestades, você deve andar com o farol do carro ligado, igualzinho em uma tempestade de água. Aeroportos também foram fechados.

Uma coisa interessante é que durante a tempestade, a temperatura pode chegar abaixo de zero, então tem que estar bem protegido se quiser enfrentá-la. Normalmente o aviso é dado poquissimo tempo antes nas regiões onde o deserto é muito próximo, como Marrocos, Algeria, Bahrein, e vários outros países.

Enough talking… veja as fotos deste espetáculo que aconteceu esse mês:

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Não deixe de ver os vídeos desta tempestade no final deste post. Após o break. (clique em Leia Mais)

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Festas regadas a álcool e loucura dos gringos na Arábia Saudita 1

Mar10
Gringos com álcool na Arábia Saudita requebram muito!

Gringos com álcool na Arábia Saudita requebram muito!

Como já falado antes, o consumo ou posse de álcool na Arábia Saudita é passível de pena até de morte, mas mesmo assim, não é impossível encontrar álcool.

Existe um grande negócio de contrabando de álcool que entra por Bahrein, ou pelos Emirados Arábes Únidos, dois países que fazem borda com a Arábia Saudita e onde é possível encontrar álcool legalmente. Os esquemas de entrada são os mais loucos que eu já ouvi falar. Enquanto estive morando em Riyadh, li no jornal local que os contrabandistas, que traziam além de álcool, drogas, pegaram os policiais de fronteira, deixaram eles nús, pegaram o carro deles, e largaram eles amarrados, sentandos com as nadegas no asfalto quente, de um dia que tinha feito apenas 46°c. Só isso.

É possível encontrar no mercado negro garrafas de Red Label por US$ 200, Black Label por US$ 400, Heineken por US$50, vinhos de US$ 100-US$500. Enfim, existe um comércio grande e de fácil acesso aos que não conseguem resistir e obedecer 100% do tempo às leis intensas do país, especialmente aos estrangeiros que moram nos compounds. Os contrabandistas até preferem não ter contato com os sauditas para não serem denunciados, já que a absoluta maioria deles seguem aos mandamentos religiosos do Islam em 100% de seu tempo, não importa com quem seja, não importa se seja amigo, colega de trabalho, o que for. Simplesmente não importa.

Mesmo assim, os desbravadores estrangeiros da Arábia Saudita não tem medo e investem na aquisição de álcool e até mesmo na fabricação caseira.

Sim, meus amigos, dentro do compound havia uma fábrica de álcool, que compravámos em garrafas de dois litros e misturávamos ora com suco de frutas ora com Coca-Cola ora com Fanta Laranja. Não, não era bom, mas a mistura deixava melhor e o resultado final que queríamos era garantido, ou seja, bêbados. Ou melhor, resultado final não, resultado do meio! Sim, porque o resultado final era no dia seguinte com uma ULTRA RESSACA, de dar vontade cortar a cabeça fora e de jurar a todos os deuses que você nunca mais vai beber na sua vida só para convencê-los a parar com essa ressaca.

Era demais! As festas eram muito engraçadas! Não havia distinção de sexo, nem idade, nem cor, religão, cultura, nada! Eram todos os estrangeiros ali, bebendo, se divertindo, dançando.

A música? Aquela coisa genérica de sempre, com DJ genérico, claro! Pop,  Rock, Hip Hop, Reggae, Romântica, Samba e Funk Carioca! Onde que eu ia imaginar que ouviria funk carioca em plena Arábia Saudita? Pior do que essa, só ouvindo os portugueses cantando em pleno deserto do Sahara! Mas essa eu conto depois…

Cada garrafa de dois litros custava algo em torno de US$ 5,00, o refrigerante e o suco por US$ 2,00.

Daryl MacDonald, da África do Sul, colega de trabalho

Daryl MacDonald, da África do Sul, colega de trabalho

A primeira festa foi a mais louca, eu ainda morava em hotel e o Darryl MacDonald e o Alan Carder, meus colegas de trabalho. O Alan me chamou para uma festa no condomínio, e eu fiquei meio desmotivado porque achei que ia ser uma coisa meia boca, só no suquinho e refrigerante, mas ele me revelou a grande surpresa: a festa tinha álcool e eu deveria estar lá às 21h.

A entrada do hotel Radisson SAS Riyadh

Entrada do hotel Radisson SAS Riyadh

Liguei para o motorista da empresa (que era do Paquistão) e ele me pegou no Radisson SAS Hotel na King Abdulaziz Street. De lá até o Seder Village é necessário ir pela Mecca Road (a estrada que levava até a Mecca, a capital religiosa do Islam!), depois pela Khurais Road, virar na Salman Al Farsi Road (a rua do Seder Village). Todo este caminho não levava mais de 20 minutos, pois como você pode ver pelos mapas, clicando nos links, é tudo estrada com diversas pistas em altíssima velocidade. Quando chegamos, ele já sabia que ia rolar uma festa e eu me lembro dele falando: “Beba por mim e se divirta mundo!”. Eu na hora fiquei meio preocupado com o que ele queria dizer e se podia realmente confiar no que eu estava indo fazer e ele sabia. Imagina se ele me denuncia?

A festa rolou, os gringos estavam se soltando, todo mundo dançando, gente subindo em cima das mesas (a foto lá do topo!), e o álcool rolando. Chegou uma determinada hora, que ninguém mais aguentava tanto álcool. Eu já tinha levantando a bandeira de rendição, e queria voltar pro hotel. Sentamos eu, Daryl e Alan na beira da piscina, compramos mais um garrafa de álcool, mais alguns refrigerantes e contamos várias histórias nossas de viagens, cultura local, comparamos costumes, hábitos, e mais um monte de outros assuntos malucos que só bêbados entendem. Imagina um brasileiro, um sul africano e um irlandês completamente bêbados, conversando em inglês e enrolando a lingua! Era diversão pura e garantida com ninguém se entendendo.

O olho não engana nada. No copo: coca-cola e álcool caseiro

O olho não engana nada. No copo: coca-cola e álcool caseiro

Tentei chamar um taxi mas era em vão, já era umas 5h da manhã, em pleno Ramadan. Sem chances de arrumar um taxi! Alan me convidou para dormir na casa dele, no sofá da sala. Fomos andando pelo condomínio, eu muito bêbado, resolvi sentar no chão porque estava muito cansado. Virei pra ele e disse: “Vai você, eu vou ficar aqui, estou muito cansado, não aguento mais andar!”. Ele não parava de rir e me mandava levantar. Chegamos na casa dele, não aguentei muito tempo, e chamei o Raul bem no jardim florido da casa dele. Cena patética! Isso para quem estava a apenas duas semanas lá e não conhecia muito bem as pessoas. Pois bem, esse ato “falho” nos rendeu muitas gargalhadas depois e acabamos nos aproximando mais, virando amigos, afinal, ele entende muito de beber, já que ele é da Irlanda, o país que mais consome álcool por pessoa no mundo.

Outros compounds também tinham festas com álcool, no mesmo esquema. Garrafas de whiskey, cerveja e álcool caseiro, mas todos foram pegos. Enquanto estive lá, a notícia que corria era que somente o meu (o Seder Village) ainda rolava, mas um dia, enquanto estava no escritório trabalhando, com ordem do principe saudita, a polícia foi lá no compound e prendeu mais de vinte pessoas envolvidas com o esquema.

Depois da prisão, fiquei sabendo como tudo rolava. Os taxistas entravam com todo o material, incluindo açucar, água, entre outros produtos, nos seus porta malas, e levavam para uma casa que ficava isolada no condomínio, bem lá no final. Lá, existiam vários equipamentos para o tratamento do material e produzir o álcool caseiro que rolava liberado nas festas. Depois disso, nunca mais tivemos as festinhas regadas a álcool lá na compound, pelo menos não nos dois meses seguintes que ainda permaneci por lá. Uma pena, senti que o clima ficou pior depois disso, afinal, a sensação de liberdade e de “tudo posso” foi abalada com ordem do governo, ou seja, eles estavam de olho. Big Brother total. Quem deve ter denunciado? Algum saudita que ficou de fora da festa? Algum dos taxistas que queriam beber também? Acho que nunca saberemos.

Por hoje é só. Amanhã, falo sobre como a paquera rola solta entre os jovens sauditas.

Mais fotos da Arábia Saudita

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